Realização profissional versus realização pessoal
Realização profissional versus realização pessoal- O que fazer para alcançar sucesso profissional?Eis uma pergunta que vem calando cada vez mais cedo na cabeça dos jovens hoje em dia. Inclusive na minha. Acho que isso acontece devido aos níveis cada vez mais altos de cobranças da sociedade para com de seus indivíduos.Penso que da mesma forma que a globalização permitiu a todas as pessoas acesso ao mercado de trabalho e ao mercado de consumo de forma aparentemente igualitária, ela também nos empurrou para uma margem de cobrança cada vez mais alta e que chega cada vez mais cedo, ou seja, o jovem (como eu) tem se sentido pressionado a decidir qual será a carreira seguida, e, infelizmente, muitas vezes os parâmetros usados para fazer tal escolha não levam em consideração o que, na minha opinião, seria a pedra fundamental e a chave para o futuro de sucesso que todos pretendemos obter.Estou falando de talento. O talento que todos possuímos. Penso que deveríamos ser incitados a descobrir quais são nossas aptidões, o que realmente gostamos de fazer e que poderíamos praticar dentro de uma ou outra categoria profissional. E incentivados a praticar, então nós nos sentiremos bem porque gostaremos de fazer. Parece muito simples e deveria mesmo ser, só que nem sempre é o que acontece na prática.Por exemplo, quem tem eloqüência e relaciona-se bem com pessoas, poderia ser um ótimo jornalista, daqueles que contribuem com a sociedade de forma louvável, entretanto, muitas vezes essa pessoa é induzida pelo pensamento mercantilista vigente em nossa sociedade globalizada, a investir na carreira de advogado, pois o retorno financeiro seria, segundo esta mentalidade tacanha, maior. Ao agirmos assim estamos cometendo um erro que só será, com sorte, corrigido mais tarde quando o profissional desiste da primeira carreira escolhida e opta por estudar algo completamente diferente do primeiro campo de atuação em que se formou. Isso acontece muito, quase todos sabemos de um caso parecido, de alguém que deixou a engenharia pelo jornalismo, o bacharelado em direito pela biologia marinha, etc, etc e vice-versa.Muitas vezes essas pessoas são tomadas erroneamente por indecisas ou instáveis, e até mesmo por tolas, por ‘trocarem’ uma carreira que a primeira vista poderia oferecer status e ótimo retorno financeiro por algo que aparentemente não é reconhecido e ainda mal-pago, (*os professores deverão entender bem o que isto quer dizer), na verdade, estas pessoas, tantas vezes tão julgadas, só estão é corrigindo um primeiro erro, erro este, aliás, que poucas pessoas perceberam,ao contrário, incentivaram”.
Autoria Desconhecida.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário